sábado, 29 de maio de 2010

Desculpa!

Oi galera! Desculpem-nos por nao termos postado ultimamente, acabamos de sair de uma semana de provas, e tinhamos muitos deveres a fazer :( Mas a partir de segunda voltaremos com nossas postagens normais e falaremos a respeito do grupo que apresentou nessa terçã-feira. Até mais!


Postado por: Lucas Mello

sábado, 15 de maio de 2010

Oi pessoal! Como não pode ser exibido pelo grupo segunda-feira, decidi postar aqui alguns trechos de O Auto da Compadecida, de Ariano Suassuna, e A Mulher sem Pecado, de Nelson Rodrigues. Após vê-los, comentem sobre como e que os autores buscavam criticar na sociedade.
Até o próximo sábado :]

Postado por: Lucas Mello


video video

terça-feira, 11 de maio de 2010

Na aula de hoje fizemos o estudo de uma parte do livro "o noviço" de uma forma diferente, alguns alunos interpretaram os personagens das cenas II e III, na próxima semana serão as cenas V e VI.
No dia 31/05, está proposto de irmos assistir a peça "O noviço" no teatro Ariano suassuna às 14:00. O valor ainda será dito.

PERGUNTA:

• Desde as primeiras cenas da peça, dá pra perceber que Martins Pena critica algo, o que ele critica?

Pra facilitar sia resposta, coloquei o link de um video que fala sobre essa critica do autor.
http://www.youtube.com/watch?v=f378oRtInDM&feature=related


fui...

Postado por: Rayan Paredes

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Grandes Escritores do Século XX

Olá pessoal...

Bom, hoje com vocês já sabem foi a apresentação do meu grupo, formado por mim (: D), Lucas M., Ingride, Mariana, Giulia e Rômulo. Nós falamos sobre os grandes escritores do século XX e colocamos em destaque Ariano Suassuna e Nelson Rodrigues. Aqui vai um pequeno resumo sobre o estilo da obra desses escritores maravilhosos da nossa literatura;
Ariano Suassuna: Procurava mostrar em alguma de suas obras a vida das pessoas do sertão nordestino (como ‘O Auto da Compadecida’), criticar os costumes ( o casamento é um deles) e os membros da igreja. É bom lembrar também que Ariano faz comparações do homem com um bicho (cachorro, vaca, burro...), para mostrar a inferioridade de algumas pessoas em relação a outras.
Nelson Rodrigues: Na maioria de suas obras ele criticou o casamento (dando destaque a infidelidade), tendo assim uma das principais características de seus textos teatrais, contos e crônicas o erotismo.
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-----> Bom gente, aqui fica um trecho da obra de Nelson Rodrigues, “Vestido de Noiva”, para vocês responderem logo abaixo o desafio;

MADAME CLESSI: Quer falar comigo?
ALAÍDE (aproximando-se, fascinada): Quero, sim. Queria...
MADAME CLESSI: Vou botar um disco. (Dirige-se para a invisível vitrola, com Alaíde atrás)
ALAÍDE: A senhora não morreu?
MADAME CLESSI: Vou botar um samba. Esse aqui não é muito bom. Mas vai assim mesmo. (Samba surdinando) Está vendo como estou gorda, velha, cheia de varizes e de dinheiro?
ALAÍDE: Li o seu diário.
MADAME CLESSI(cética): Leu? Duvido! Onde?
ALAÍDE (afirmativa): Li, sim. Quero morrer agora mesmo, se não é verdade!
MADAME CLESSI: Então diga como é que começa. (Clessi fala de costas para Alaíde)
ALAÍDE (recordando): Quer ver? É assim... (Ligeira pausa) "Ontem, fui com Paulo a Paineiras"... (feliz) É assim que começa.
MADAME CLESSI (evocativa): Assim mesmo. É.
ALAÍDE (perturbada): Não sei como a senhora pôde escrever aquilo! Como teve coragem! Eu não tinha!
MADAME CLESSI (à vontade): Mas não é só aquilo. Tem outras coisas.
ALAÍDE (excitada): Eu sei. Tem muito mais. Fiquei!... (Inquieta) Meu Deus! Não sei o que é que eu tenho. É uma coisa – não sei. Por que é que eu estou aqui?
MADAME CLESSI: É a mim que você pergunta?

Sabendo que Madame Clessi é uma prostituta e Alaíde está tendo uma alucinação, pois sofreu um acidente, o que você acha que Nelson quer criticar e destacar nesse trecho?

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------->Obs.: Ei pessoal, queria lembrar a vocês de trazer o livro O Noviço/Judas em Sábado de Aleluia amanhã (terça-feira).

Até mais...
Postado por: Nara Brasil

sábado, 8 de maio de 2010

Poema

Oi pessoal! Hoje decidi trazer um poema para vocês. É um poema culto, escrito por Gregório de Matos no século XVII. Lendo o poema, quero que vocês respondam -> Qual a definição, para Gregório, da parte e do todo?
Comentem!!


"O todo sem a parte não é todo
A parte sem o todo não é parte
Mas, se a parte o faz todo, sendo parte
Não se diga que é parte sendo todo."
(Gregório de Matos)

Postado por: Lucas Mello

terça-feira, 4 de maio de 2010


FALA GALERA!!

Como foi dito na aula de hoje, durante esse bimestre iremos trabalhar o livro "O noviço/ O judas em sabado de aleluia"

Uma das poucas peças de Martins Pena em três atos, O noviço gira em torno da deslealdade de Ambrósio que se casa por interesse com Florência, rica viúva, mãe da jovem Emília, do menino Juca e tutora do sobrinho Carlos, este o personagem principal da peça. O vilão Ambrósio já havia convencido a mulher a colocar Carlos (o noviço) em um seminário. Agora quer também internar Emília em um convento, pois ela se encontra em idade de casar e teria de receber um dote significativo da mãe. Igual destino aguarda o menino que deve se tornar frade. Assim, Ambrósio ficaria com toda a fortuna de Florência.

Usando uma linguagem que se apossa do coloquial da época, sem entretanto cair na vala comum do palavrão ou da obscenidade, o autor também faz um relato linguístico considerável da fala comum da época

* Ambrósio: espertalhão sem escrúpulos, que conta enriquecer a qualquer custo, alegando que os fins justificam os meios;
* Florência: viúva rica e ingênua, mãe de Emília e de Juca.
* Emília: jovem filha obediente, mas que não deseja ir para o convento e sim casar-se com o primo Carlos.
* Carlos: sobrinho de Florência, esperto, ágil, forte, que é internado como noviço da Ordem de S. Bento, mas causa grandes confusões enlouquecendo os padres.
* Rosa: provinciana, primeira mulher de Ambrósio, que veio do Ceará à sua procura.

Entre os secundários, temos: Juca, nove anos, irmão de Emília; Padre-Mestre dos noviços; Jorge, vizinho de Florência; José, criado admitido na casa por Ambrósio.

• Não esqueçam de levar o livro na proxima terça- feira 11/05

postado por: Rayan Paredes

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Desafio!

Olá pessoal!
Como vimos hoje, o grupo formado por Francisco, Victor, Lucas F., Mateus S. e Bruno falaram sobre o teatro do século XIX, colocando em destaque grandes escritores dessa época, como Martins Pena, Artur Azevedo e Machado de Assis. Aqui vai um pequeno resumo do que esses escritores procuravam destacar (ou criticar) em suas obras;
Martins Pena- em suas obras procurava criticar a desigualdade e o conformismo da sociedade, o regime “patronato”, o casamento, a família e etc...
Artur Azevedo- Em suas obras destacava as relações familiares, amorosas ou de amizade, as cerimônias festivas ou fúnebres, ou seja, tudo aquilo que ocorria no cotidiano das pessoas.
Machado de Assis- Em sua varias obras, Assis buscava criticar os costumes da sociedade da época, e também comentar sobre os possíveis avanços tecnológicos que iriam ocorrer.
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---> Já que ultimamente a gente tem colocado muitas informações sobre os conteúdos já dados em sala de aula, hoje eu resolvi testar o conhecimento de vocês sobre o assunto dado nessa segunda-feira lançando um desafio sobre o trecho da obra - “O Juiz de Paz da Roça”-, de Martins Pena que eu coloquei logo abaixo;

JOSÉ – Vamos para a Corte, que você verá o que é bom.

ANINHA – Mas então o que é que há lá tão bonito?

JOSÉ – Eu te digo. Há três teatros, e um deles maior que o engenho do capitão-mor.

ANINHA – Oh, como é grande!

JOSÉ – Representa-se todas as noites. Pois uma mágica... Oh, isto é cousa grande!

ANINHA – O que é mágica?

JOSÉ – Mágica é uma peça de muito maquinismo.

ANINHA – Maquinismo?

JOSÉ – Sim, maquinismo. Eu te explico. Uma árvore se vira em uma barraca; paus viram-se em cobras, e um homem vira-se em macaco.

ANINHA – Em macaco! Coitado do homem!

JOSÉ – Mas não é de verdade.

ANINHA – Ah, como deve ser bonito! E tem rabo?


Sabendo que Aninha e José namoram e de que são personagens simples do meio rural, o que você acha que Pena satiriza nesse trecho? Essa crítica ainda ‘serve’ para o que acontece nos dias de hoje?

Até loguinho...

Postado por: Nara Brasil

sábado, 1 de maio de 2010

O Teatro Jesuítico funcionou ou não?

Oi pessoal! Como apresentado nessa semana pelo grupo de Ana Raquel, o Teatro Jesuítico foi uma forma encontrada pelos portugueses de tornar os indígenas "socialmente úteis", e de catequizá-los, para que assim parassem de praticar,principalmente, rituais canibalísticos. Mas aqui vão algumas perguntas: na opinião de vocês, como eram esses teatros? Sendo os indios tão "inocentes" como poderiam entender as peças e ainda assim mudar seu comportamento? E para finalizar, depois de catequisados todos os indígenas (situação hipotética), para Portugal, qual seria a serventia deles?
Comentem!
Postado por: Lucas Mello